quinta-feira, 16 de junho de 2016

Quando nos levantamos por Fé, todo o mundo espiritual começa a agir em nosso favor.

Quando nos levantamos por Fé, todo o mundo espiritual começa a agir em nosso favor. Não é pelo que vemos, não é pelo que sentimos, não é pelo que ouvimos, e, sim, por aquilo que a Palavra diz: sobrenaturalmente, Deus age, opera, reverte diagnósticos, cancela dívidas, restitui perdas e restaura o destruído. Da falta, o Senhor gera abundância; da doença, Ele gera saúde; da destruição, Ele gera restauração. Deus te tira de prisões emocionais. Ele liberta do álcool, da droga, do espírito da mentira, do ocultismo, da feitiçaria, de heranças familiares malignas, das maldições de pobreza, das doenças incomuns, dos complexos. Deus reverte a situação financeira negativa em positiva. O Senhor Jesus Cristo rompe com tudo que é mal da tua vida. Ele acaba com a síndrome de pânico, com o terror noturno, com a vida em círculos, com a vida de altos e baixos, e tudo se faz novo, diferente. Deus não se esquece de ti. Mesmo que estejas enfrentando o vale da sombra da morte, Ele te protege no meio das dificuldades.

Não permitas que as dúvidas, os temores, as preocupações, o espírito de solidão, de desespero, as adversidades, a síndrome da desistência, ou até mesmo as tragédias constantes façam com que te sintas vítima das situações. Nós temos o Poder de Deus para triunfar, temos a Fé que vence o mundo, temos o Deus que nos conduz em triunfo e no qual podemos todas as coisas, porque Ele nos fortalece! Deus pode mudar tudo – Ele é a Palavra final!

Recebe que a impossibilidade tornou-se em possibilidade, em Nome de Jesus Cristo. 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Discordar ou concordar


Muitos escrevem discordo ou concordo. Discordar ou concordar é um direito de todos. S.G. Tallentyre escreveu: "Discordo do que você diz, mas defenderei o seu direito de dizer até a morte". 
Às vezes, discordar é apenas ver a mesma coisa de modo diferente. Discordância pode levar ao mesmo objetivo por caminhos diferentes.
Não há nenhum problema em discordar, é até saudável. Porém, é preciso saber expressar a discordância. Alguns dizem o que é certo da forma errada. Usam o tom errado. Ter o direito de discordar, não nos dá o direito de acusar, usar pejorativos, palavreado baixo, e agredir apenas porque o outro pensa diferente. Quem assim o faz, acaba com o diálogo, o respeito, a amizade, é aprendizado. Ao ser agredido, o outro fica na defensiva, passa a defender-se e ataca, revidando, confrontando, e usa o mesmo tom desagradável que bloqueia a comunicação e o crescimento. Poucas pessoas sabem expressar discordância com sabedoria. Para discordar não é preciso azedar, grosseria, agressividade, e desrespeito.
Nao é preciso concordar com tudo para gostar e respeitar alguém. Escutar um ao outro é crucial para o bom entendimento e felicidade. Ou aprendemos a conversar como adultos ou continuaremos agindo como crianças

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Inglês entra para o Guinness ao fazer baliza de ré mais apertada do mundo

6 atitudes para que o empreendedor consiga enfrentar os desafios e evitar a morte prematura de seu negócio.


1 - Obter informações
"É preciso pesquisar tudo sobre o mercado, possíveis clientes, fornecedores e concorrentes”, aconselha a consultora. Além disso, ela entende que o empreendedor precisa saber filtrar as informações e reconhecer o que é útil ou não para sua ideia.

2 - Fazer escolhas
Faz parte do ato de empreender, sempre baseado nas informações que o empresário obteve. “Saber escolher onde abrir e como abrir seu negócio é fundamental para que a empresa não nasça com os dias contados” diz a consultora.

3 - Identificar oportunidades
Saber quando é preciso mudar o rumo da empresa e quando se pode investir em novas ondas do mercado também é importante de acordo com a consultora.

4 - Saber arriscar
Calcular os riscos e se arriscar sempre tomando decisões em cima das informações que tem. “Assumir um risco desinformado é correr perigo de fechar o negócio”, alerta.

5 - Planejar
Ess é o ponto mais importante, segundo Daniela. Estruturar todo o negócio e ter claro os desafios e objetivos é essencial. “O empreendedor tem que acompanhar o planejamento e direcioná-lo para os objetivos e metas do negócio”, afirma.

6 - Eficiência
Tão importante quanto a qualidade é a eficiência em produzir. Segundo a consultora do Sebrae, não adianta priorizar a qualidade e esquecer que é preciso ganhar dinheiro.



Irmãos faturam R$ 50 mil por mês com venda de marmita

Cansados de comer mal na hora do almoço, os irmãos bancários Gabriel e Marlon Ventura criaram a Mineiro Delivery. Localizada na cidade de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, a empresa aposta na venda de comida caseira em boxes.
“Um dia, Marlon e eu pedimos comida chinesa durante o almoço do nosso antigo trabalho. Aí nasceu a ideia de trabalhar com o mesmo tipo de box, mas servindo pratos que são mais presentes no dia-a-dia do brasileiro”, lembra Gabriel.
A história teve início em 2012, quando investiram R$ 60 mil reais em um espaço para preparar as refeições e fazer as entregas. O nome do negócio foi inspirado no avô dos empreendedores que era mineiro.“Além dessa ligação familiar, quando pensamos em comida do interior, caseira e gostosa, vem em mente a culinária mineira”, conta Gabriel.
Gabriel e Marlon Ventura criadores da Mineiro Delivery faturam mais de R$ 50 mil por mês
Eles montaram um cardápio com 16 pratos diferentes que estão disponíveis todos os dias, além de três tipos de salada. Entre as opções estão galinhada, feijoada, virado à paulista e costelinha.

Hoje, com 9 funcionários, eles vendem mais de 150 refeições por dia, 80% por delivery. O faturamento gira em torno dos R$ 50 mil mensais, com um crescimento de 8% ao ano desde que fundaram a empresa.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Astrofísica atéia se converte a Cristo


Repercutiu em sites de todo o planeta, recentemente, o testemunho de pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern. A incrível história de Sarah Salviander e sua conversão a Cristo começa com os seus estudos científicos e culmina com a morte da filha. Vale a pena investir cinco minutos em ler o depoimento dela.

Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância”.


“O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais”.

Aos 25 anos, quando abraçava a filosofia racionalista de Ayn Rand, Sarah entrou em uma universidade dos EUA: “Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos? Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem focados em desfrutar a vida, os objetivistas racionalistas não pareciam sentir alegria alguma. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa”.

A atenção da jovem se voltou completamente ao estudo da física e da matemática.

“Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a me influenciar e eu me via cada vez menos hostil ao cristianismo. No verão, depois do meu segundo ano, participei de um estágio de pesquisa na Universidade da Califórnia, num grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo me fez pensar na observação de Einstein de que a coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’”.

Depois desse insight, a razão de Sarah foi gradualmente se abrindo ao Mistério:

“Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós nos apaixonamos e nos casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante me casar com um cristão. Terminei a minha formação em física e matemática naquele mesmo ano e, pouco tempo depois, comecei a dar aulas de astrofísica na Universidade do Texas em Austin”.

A penúltima etapa da jornada de Sarah foi a descoberta, também casual, de um livro de Gerald Schroeder:

“The Science of God” [“A Ciência de Deus”]. “Fiquei intrigada com o título e alguma coisa me levou a lê-lo, talvez o anseio por uma conexão mais profunda com Deus. Tudo o que sei é que aquilo que eu li mudou a minha vida para sempre. O Dr. Schroeder é físico do MIT e teólogo. Eu notei então que, incrivelmente, por trás da linguagem metafórica, a Bíblia e a ciência estão em completo acordo. Também li os Evangelhos e achei a pessoa de Jesus Cristo extremamente convincente; me senti como quando Einstein disse que ficou ‘fascinado com a figura luminosa do Nazareno’. Mesmo com tudo isso, apesar de reconhecer a verdade e de estar intelectualmente segura quanto a ela, eu ainda não estava convencida de coração”.

O encontro decisivo com o cristianismo aconteceu há apenas dois anos, depois de um acontecimento dramático: “Eu fui diagnosticada com câncer. Não muito tempo depois, meu marido teve meningite e encefalite; ele se curou, felizmente, mas levou certo tempo. A nossa filhinha Ellinor tinha cerca de seis meses quando descobrimos que ela sofria de trissomia 18, uma anomalia cromossômica fatal. Ellinor morreu pouco depois. Foi a perda mais devastadora da nossa vida. Eu caí nas mãos do desespero até que tive, lucidamente, uma visão da nossa filha nos braços amorosos do Pai celestial: foi só então que eu encontrei a paz. Depois de todas essas provações, o meu marido e eu não só ficamos ainda mais unidos, como também mais próximos de Deus. A minha fé já era real. Eu não sei como teria passado por essas provações se tivesse continuado ateia. Quando você tem 20 anos, boa saúde e a família por perto, você se sente imortal. Mas chega um momento em que a sensação de imortalidade evapora e você se vê forçada a enfrentar a inevitabilidade da própria morte e da morte das pessoas mais queridas”.

“Eu amo a minha carreira de astrofísica. Não consigo pensar em nada melhor do que estudar o funcionamento do universo e me dou conta, agora, de que a atração que eu sempre senti pelo espaço não era nada mais do que um intenso desejo de me conectar com Deus. Eu nunca vou me esquecer de um estudante que, pouco tempo depois da minha conversão, me perguntou se era possível ser cientista e acreditar em Deus. Eu disse que sim, claro que sim. Vi que ele ficou visivelmente aliviado. Ele me contou que outro professor tinha respondido que não. Eu me perguntei quantos outros jovens estavam diante de questões semelhantes e decidi, naquela hora, que iria ajudar os que estivessem lutando com esses questionamentos. Eu sei que vai ser uma jornada difícil, mas o significado do sacrifício de Jesus não deixa dúvidas quanto ao que eu tenho que fazer”.

Por: Helio Medeiros

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Peter Drucker aponta cinco práticas essenciais para uma pessoa se tornar um profissional eficaz


Peter Drucker foi, sem dúvidas, o pensador que mais insistiu na importância da eficácia. Segundo ele, eficácia significa fazer as coisas acontecerem. Só isso? Exatamente. Parece simples, mas poucos são os profissionais que realmente têm a capacidade de fazer o que tem que ser feito e entregar resultados satisfatórios. A boa notícia é que a eficácia é um hábito que podemos adquirir como qualquer outro hábito, ou seja: a partir da prática, podemos conquistá-la.

Drucker aponta cinco práticas essenciais para uma pessoa se tornar um profissional eficaz. São elas:

a) Gerenciar o tempo - O tempo é um recurso limitante e totalmente irrecuperável. "Se você não souber gerenciar o seu tempo, não poderá gerenciar coisa alguma", diria o professor Drucker. Em 24 horas, o relógio corre literalmente contra nós, o que faz da gestão do tempo uma questão fundamental na vida de todos nós.

b) Esforçar-se para dar contribuições - O foco na contribuição é a chave da eficácia. Significa transferir a atenção do profissional de sua própria função, de sua especialidade específica, para o desempenho da empresa como um todo. Drucker recomenda que se faça sempre a seguinte reflexão: "que tipo de contribuição posso oferecer que afetará de forma significativa o desempenho e os resultados da empresa em que trabalho?". Devemos sempre ter uma clara noção do todo. Nunca devemos nos esquivar de uma missão importante com a desculpa de que "isso não faz parte do meu trabalho, não sou pago para isso".

c) Tornar produtivos os pontos fortes da organização - Nada se constrói sobre a fraqueza e, para conseguir resultados, devemos usar todas as forças disponíveis - a dos colegas de trabalho, a dos superiores e a nossa própria. O executivo eficaz não toma decisões sobre pessoal para diminuir fraquezas, e sim para aumentar a força da empresa. 

d) Concentrar seus esforços nas tarefas mais importantes para atingir resultados - Um dos segredos da eficácia reside na concentração dos esforços. Primeiro o mais importante. Devemos saber lidar com a realidade de que sempre há mais coisas a fazer do que tempo disponível para realizá-las. Para sermos eficazes, devemos saber estabelecer prioridades e, também, posterioridades - aquelas tarefas que adiamos ou até mesmo abandonamos.

e) Tomar decisões eficazes - Drucker observa que a decisão certa exige tanto análise quanto coragem. Cada decisão é um julgamento de risco: é um comprometimento de recursos presentes com um futuro incerto e desconhecido. Se o processo de tomada de decisão for cuidadosamente observado e as medidas necessárias forem tomadas, diminui-se o risco e aumenta-se a chance da decisão ser bem-sucedida. 

"A eficácia dos gerentes é a nossa maior esperança para tornar a sociedade moderna economicamente produtiva e socialmente viável". Peter Drucker.

sábado, 17 de outubro de 2015

Agentes da polícia americana abrem escritório na cidade para entrar na guerra contra o tráfico de armas

A agência Drug Enforcement Administration (DEA), de combate ao narcotráfico dos Estados Unidos, vai abrir um escritório no Rio de Janeiro, atendendo a um pedido do Secretário de Segurança estadual, José Mariano Beltrame, que esteve na sede do departamento americano há dois meses. “Dois agentes da DEA já estão na cidade providenciando isso”, disse ele à ISTOÉ. O objetivo é fazer um levantamento das rotas pelas quais as armas estrangeiras entram no Brasil e chegam às mãos do tráfico. “O nome DEA abre portas no mundo inteiro, teremos as informações com mais rapidez e, conhecendo os itinerários, vamos poder agir”, afirmou o secretário. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), da Secretaria de Segurança, mostram que foi apreendido, em média, um fuzil por dia de janeiro a agosto deste ano (leia quadro). Os agentes dos EUA também colaborarão no esquema de segurança dos Jogos Olímpicos 2016, que contará com 85 mil homens. “Os americanos têm expertise com o terror, além de capilaridade mundial. Vão nos ajudar”, disse Beltrame. O DEA ficou mais conhecido no Brasil a partir de agosto, com a estréia da série Narcos, sobre a vida do traficante colombiano Pablo Escobar, narrada por um agente do grupo.

Muitas das armas já apreendidas têm origem nos Estados Unidos, como o fuzil Barret .50 que é capaz de destruir carros blindados, encontrado pelo Bope há dois meses com traficantes do Comando Vermelho em uma favela carioca . “Esta é uma arma criada para guerra. Como estava aqui?”, questiona Beltrame. Sabe-se, agora, que foi comprada legalmente por um cidadão americano em uma loja no Arizona, em 2006. Mas a trajetória desta arma até o bandido carioca é totalmente desconhecida. “Os agentes da DEA terão assento no nosso centro de comando, tudo terá mão dupla.” A agência atua no Brasil há muitos anos, mas sempre com o governo federal e por meio das embaixadas. Beltrame furou a fila -- essa será a primeira vez que os americanos irão trabalhar diretamente com uma polícia estadual.

DEA-02-IE.jpgO jurista e professor Walter Maierovitch lembra que uma alternativa para controle de armas foi dada pela ONU em 2013, quando a entidade determinou que todo país fabricante precisaria emitir um certificado de destinação final em suas vendas. “Porém, não existe órgão para verificar se a arma chega mesmo ao destino registrado. Então, isso não funciona.” Segundo o especialista, “o Paraguai é entreposto de venda de armamentos” para o crime organizado brasileiro. Maierovitch lembra que a DEA já enfrenta um problema similar ao nosso. “O país deles faz fronteira com o México, cujos cartéis compram armas nos Estados Unidos e, assim, ‘enfiam’ a droga no território americano.” No Brasil, igualmente, as armas abrem caminho para as drogas.
01.jpgE quem sofre é o cidadão comum. Estima-se que, nos primeiros quatro meses deste ano, morreu uma pessoa a cada dois dias vítima de bala perdida no Rio, a maioria atingida por estilhaços do fuzil. O secretário Beltrame explica que os fuzis têm alcance de até três quilômetros e seu estilhaço pode atingir alguém a até 10 metros de distância. “Agora, estamos apreendendo muito fuzil AK 47, de origem russa, na versão mais moderna, sem cabo de madeira e, sim, de polímero (produto sintético formado de macromoléculas muito fortes e resistentes), e pistolas com adaptadores que aumentam o cabo, prolongam o cano e permitem usar um pente de 90 balas, praticamente transformando-as em um fuzil.” A PM não tem autorização para comprar esses instrumentos, porque são de uso restrito do exército. O secretário pede que não se afrouxe o Estatuto do Desarmamento (leia quadro) e, ao contrário, que se aumente a pena para quem portar armas restritas a militares. “Dez anos de cadeia serviriam para desencorajar os comparsas.” O rastreamento desse arsenal, com a rapidez para obtenção de informações internacionais via DEA, completa, segundo ele, as ações que podem vir a salvar muitas vidas.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/438765_O+DEA+CHEGA+AO+RIO
Fotos: Pablo Jacob/Agência O globo 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Pobre e faminto, Zimbábue quer saber por que um leão vale mais que humanos


ReproduçãoO Zimbábue quer saber por que a morte de um leão comove tanto o mundo enquanto milhares de pessoas no país sequer têm o que comer. Esse é o sentimento do país após a enorme repercussão do assassinato do leão Cecil, caçado por um dentista norte-americano.

“Sim, é cruel. Mas não entendo essa história toda. Tem tantos problemas mais urgentes no Zimbábue, passamos por falta de água, não temos eletricidade, nem emprego… E as pessoas fazem esse barulho todo por um leão?”, desabafou uma moradora de Harare, capital local, ao site New Zimbabwe.

Alheio ao leão, o Zimbábue é um dos países mais pobres do mundo. Por lá, nada menos do que 72,3% da população vive abaixo da linha da pobreza, com expectativa de vida de apenas 52,7 anos. De acordo com moradores do país, Cecil tinha uma vida que pelo menos três quartos dos zimbabuanos nunca nem sonharão ter.

“Sinceramente, estou chocado com toda a atenção dada à morte do leão Cecil, enquanto meu país tem problemas bem mais graves e urgentes. Quando um leão é morto, o Zimbábue é manchete dos jornais do mundo inteiro. Um pouco de respeito, por favor. desde quando os leões se tornaram mais importantes que os seres humanos?”, questiona o radialista local Eric Knight.

Além da revolta por conta da atenção dada ao leão em detrimento aos problemas locais, causa incômodo na população o nome do animal. Cecil é associado ao colonizador britânico Cecil John Rhodes, magnata dos diamentes que fez fortuna explorando minas locais. Ainda é debatido o fato de, todos os anos, muitos zimbabuanos serem vítimas de ataques de animais silvestres sem que ninguém dê atenção.

Depois de toda a repercussão de Cecil, os moradores do Zimbábue clamam por atenção para seus maiores problemas e para o fato de ser, ali, um dos países mais pobres do mundo. O governo local, porém, não parece estar muito preocupado: atualmente se move diplomaticamente para julgar em seu território o caçador e faz da caça aos caçadores a prioridade nacional — independente fome, sede ou pobreza da população.


Fonte: Noticias Yahoo

sexta-feira, 31 de julho de 2015

“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino

O rabino Chaim Kanievsky é uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo. Suas mensagens mais recentes são claras e inequívocas: a vinda do Messias é iminente. Ele está pedindo que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.
Ele tem feito eco aos escritos do rabino Yitzchak Ben Tzvi, que escreve extensivamente sobre o final dos tempos. São vários os rabinos que começaram a defender nos últimos anos que os sinais proféticos são claros.
“A vinda do Messias é iminente”, alerta influente rabino
Kanievsky decretou que é uma “Mitzvah Dioraita”, ou seja, um mandamento bíblico voltar para Israel agora. Vem informando a vários sites que desde a guerra do verão passado em Gaza a expectativa é que o momento dessa vinda do Messias seria: “No final do ano sabático”.

O atual ano sabático no calendário judeu se encerra no dia 29 de Elul, que para o restante do mundo será o sábado, 12 de setembro de 2015.
Existem relatos de respostas ao apelo do rabino Kanievsky em várias comunidades ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos.
Judeus da França começaram a chegar em Israel em massa este ano, estimulados pelo convite do primeiro-ministro israelense Netanyahu. Nos últimos anos, 7.000 judeus franceses voltaram para Israel. O Ministério de Absorção de Imigrantes espera mais de 3.000 judeus franceses neste verão.
Alguns cristãos especializados no estudo de profecias vêm apontando para setembro deste ano como um mês que trará “sinais no céu”. No dia 13 ocorrerá um eclipse solar parcial, coincidindo com o início da “Festa das trombetas”.
Já no dia 23, durante a Festa dos Tabernáculos, ocorrerá o fenômeno da Superlua – a lua nunca esteve tão próxima da Terra. E mais, essa será a quarta Lua de Sangue.
O teólogo e pastor Mark Biltz vem dando palestras no mundo todo sobre o que ele que são os sinais claros deixados por Deus nos céus e na terra. A aparição da “primeira lua de sangue” na Páscoa de 2014, marcou o início de um cumprimento profético.
Descendente de judeus, ele passou anos estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda”, esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, que seriam a comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus. Com informações de Breaking Israel News e Israel National News

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A NASA acompanha isso pelas imagens dos satélites.

Mencionado em Apocalipse 16 como a consequência da sexta taça que marca o juízo final, o rio Eufrates está secando rapidamente. A baixa do nível está perto de alcançar um recorde histórico. Algo impensável alguns séculos atrás, a drenagem vem sendo acompanhada por estudiosos na última década.
A NASA acompanha isso pelas imagens dos satélites. Desde 2009 a região apresenta a segunda maior perda de volume de água doce do planeta.
Na verdade, toda a região conhecida como “Jardim do Éden” está sofrendo os efeitos da disputa de Iraque e Turquia por água potável. Localizado no Iraque, os pântanos mesopotâmicos atingiram os seus níveis mais baixos. O principal motivo foi que o outrora gigantesco Eufrates, foi reduzido a um mero córrego. O rio Tigre já perdeu cerca de 40% de seu tamanho.
A queda contínua dos níveis de água tem provocado uma crise hídrica. “É trágico”, diz Hassan Janabi, funcionário do departamento iraquiano responsável pela água. “Isso aconteceu de forma inesperada. Na verdade, nosso foco estava todo na luta contra o terrorismo, por isso passou despercebido.”
Na semana passada, os níveis de água na cidade de Al Chabaish estavam na metade dos níveis normais para essa época do ano. Jassim Al-Asadi, que trabalha numa ONG que luta pela conservação, afirma: “A quantidade de água do Eufrates que chega até os pântanos é menos de um décimo do que o necessário”. Isso está acontecendo embora o nível de chuvas esteja normal.
Rio Eufrates está secando rapidamente

A doutora Suzanne Alwash, especialista no assunto e docente no Mt San Antonio College, em Walnut, Califórnia, afirma: “A salinidade dobrou, os búfalos d’água já não podem beber dos pântanos e a morte dos peixes já é comum”.
O comitê sobre agricultura e água do parlamento iraquiano responsabilizou a Turquia pela crise hídrica. O governo turco decidiu construir hidrelétricas que estão bloqueando os trechos superiores do rio. Ao todo, existem sete represas no Eufrates na Turquia e na Síria.
O governo do Iraque também culpa o grupo terrorista Estado Islâmico, que em maio tomou a barragem de Ramadi e está prestes a tomar a represa Haditha, o que daria ao EI o controle total do Eufrates no Iraque. Uma reportagem do canal CNN mostrou recentemente que o EI já ameaçou secar o Eufrates para fins militares.
Um terceiro responsável é o próprio governo iraquiano, que desviou água do Eufrates para irrigar os campos de arrozeiros da área, que apoiam o governo.
Para os estudiosos é uma questão de tempo até o nível de água ser insuficiente para regar as plantações de toda a Mesopotâmia, o que causará uma grande fome na região. Esse cenário, não por coincidência, também é citado no sexto capítulo de Apocalipse.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

MAIORIA DOS MILIONÁRIOS TEM UM JEITO PARECIDO DE GANHAR DINHEIRO

O pesquisador e escritor americano Tom Corley aprendeu da forma mais difícil que o antigo conselho de Warren Buffett - "mantenha todos os seus ovos na mesma cesta, mas vigie essa cesta bem de perto" - não serve para todo mundo. O pai de Corley perdeu tudo quando um incêndio destruiu seu armazém avaliado em cerca de US$ 3 milhões. Eles moravam na época em uma casa em Todt Hill, um dos bairros mais nobres de Staten Island, Nova York. Mas tudo foi por água abaixo.

Tom Corley (Foto: Divulgação)
A família de Corley lutou financeiramente durante os 15 anos seguintes, tentando se recuperar. Se os "ovos" estivessem em mais de uma cesta, não teriam precisado passar por tanta dificuldade. E hoje, Corley tem como provar. Ele dedicou os últimos cinco anos estudando os hábitos diários de ricos e pobres. O que constatou? Ricos têm mais do que uma cesta.

De acordo com a pesquisa, 65% dos entrevistados tinham três fontes de renda, 45% tinham quatro e 29% tinhas cinco ou mais fontes de renda. "Multiplicar suas fontes faz muito sentido", escreveu Corley em um artigo para o Business Insider. "Quando uma é negativamente afetada por crises econômicas sobre as quais você não tem controle, as outras podem vir como salvamento e ajudá-lo a sobreviver à crise, sem ter de mudar drasticamente seu estilo de vida."
Claro, a maioria das pessoas não é rica, reconhece ele. Logo, a maioria só tem uma fonte de renda: o trabalho. "Se você não poupar e investir suas economias em ativos que gerem fontes adicionais e acabar perdendo seu emprego, vai em breve estar com sua família vivendo na casa de um parente." Para Corley, colocar todos os ovos na mesma cesta é a receita para um desastre financeiro.
Ele dá três dicas para expandir as fontes de renda. A primeira delas é poupar. Segundo ele, o ideal é economizar de 10% a 20% do seus ganhos líquidos. Corley também recomenda iniciar um negócio paralelo ou ter carreira alternativa que gere renda adicional. Por fim, ele sugere criar "várias cestas". Ou seja, fazer diversos tipos de investimentos — de poupança a cobrar aluguel.

Exclusivo! Eike Batista fala pela primeira vez após

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Arquivo S: em 1927, o Brasil fixava a maioridade penal em 18 anos

A seção Arquivo S, publicada no Jornal do Senado, aborda as várias leis que trataram do menor de idade e do adolescente em diferentes períodos da história do Brasil. O primeiro Código de Menores brasileiro foi discutido no Senado e passou a valer em 1927. Foi essa norma que fixou em 18 anos a maioridade penal que vigora até hoje no país. A discussão volta com força no momento em que o Congresso Nacional discute a redução da maioridade para 16 anos. Outra proposta em debate muda o Estatuto da Criança e do Adolescente, aumentando o tempo de internação de menores que cometerem crimes hediondos. Veja a reportagem de Ricardo Westin.

sábado, 4 de julho de 2015

Igreja constroi casas para membros que não têm onde morar

Uma igreja vem chamando a atenção por uma ação que, nos dias atuais, acaba se tornando inédita: membros que não têm moradia estão recebendo casas construídas pelo próprio pastor com dinheiro dos dízimos e ofertas, no interior do Rio de Janeiro.
Fábio Mendonça, pastor da Assembléia de Deus Ministério Lagoinha, sediada no município de Araruama, mobilizou três pedreiros para, juntos, entregarem as casas até o dia 12 de outubro.
Mendonça, que também trabalha como sargento na Polícia Militar da 25ª CIA em Cabo Frio, realiza a construção de quatro quitinetes aos finais de semana – a decisão de participar foi tomada por ele.
Duas dessas casas devem ser entregues para duas senhoras que, atualmente, dormem na igreja. Uma delas, Andréa Silva Rocha, disse que recebeu a moradia no momento em que mais precisava: “Fui amparada na hora que mais precisei, hoje tenho a segurança de um lar”.
Mesmo com o gesto generoso, o pastor disse que recebeu críticas. “Alguns pastores me perguntaram se eu não estava arrumando muito trabalho. Se Deus pensasse no trabalho que o ser humano dá a Ele em relação a desobediência à seus princípios, não teria feito o mundo. Tudo que fazemos na vida pode nos gerar problemas, você não compra um carro, por exemplo, pensando que o pneu pode furar um dia, mas no benefício que você vai ter com o veículo”, refletiu o pastor.
Mendonça ainda deixou uma mensagem: “As igrejas devem ficar mais atentas à necessidade do povo. Sejam elas materiais ou espirituais. Há igrejas em que a maioria dos membros não possui necessidades financeiras, mas sempre há os que precisam de ajuda espiritual e aqueles que precisam de ajuda material”.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

A Fé é para Grandes Conquistas

Quando entramos na verdadeira dimensão da fé, ten­do em conta os princípios doutrinários, tornamo-nos homens e mulheres de grandes conquistas. O Senhor nos brinda, então, com a capacidade de com­preender o verdadeiro significado da expressão: "Não há impossíveis para Deus" (Lc. 1:37).

A Bíblia está cheia de relatos a respeito de homens que, mesmo em meio a tremendos desafios, atreveram-se a crer em Deus e chegaram a conquistar o que humana­mente era impossível. Josué é um grande exemplo deles, e suas experiências constituem um importante guia para que, de igual modo, mediante o desenvolvimento de uma fé simples e genuína como a sua, comprovemos que é possível alcançar grandes metas.
Entrando na Dimensão da Fé                                                          
César Castellanos Dominguez © 1999 – César Castellanos Dominguez 

domingo, 14 de junho de 2015

Soldado do Estado Islâmico sonha com Jesus e se converte

Todas as vezes que surge um testemunho de algum muçulmano que se converteu após um sonho com Jesus, há quem comemore e quem desconfie.
Para muitos líderes essa questão é delicada, mas quando o convertido em questão é um ex-integrante do Estado Islâmico a coisa toma outra proporção. Seu nome não pode ser revelado por razões de segurança, mas mesmo tendo matado muitas pessoas em nome do ideal islâmico teve um sonho onde “um homem de branco” lhe diz: “você está matando o meu povo”.
A reconhecida missão Voz dos Mártires –de apoio a Igreja Perseguida – possui um programa de rádio e esta semana entrevistou Gina Fadely, uma das diretoras da Jovens com uma Missão (Jocum). A organização missionária não-denominacional possui obreiros em praticamente todos os países do mundo.

Juntamente com Kevin Sutter, outro líder da Jocum, eles compartilharam este testemunho do ex-perseguidor que lutava em nome da jihad, mas agora está do outro lado dessa “guerra santa”. Mesmo confessando que “realmente gostava de matar os cristãos”, teve alguns sinais de que aquilo era errado.
Além de sonhos com um homem de branco (que ele identifica como Jesus), pouco antes de matar um cristão ouviu algo surpreendente de uma de suas vítimas. “Eu sei que você vai me matar, mas lhe dou a minha Bíblia”. Após ter matado aquele homem cristão que ele sequer sabe o nome, realmente ficou com a Bíblia e começou a lê-la. Em outro sonho, Jesus pediu-lhe para segui-lo e ser seu discípulo.
Embora não deem maiores detalhes, os missionários afirmam que o ex-EI abandonou o islamismo e está comprometido com o Evangelho. Fadely fez a inevitável comparação com o apóstolo Paulo, que também perseguia os cristãos. “Deus pode mudar tudo”, enfatizou.
Desde seu surgimento, primeiramente como ISIS e depois como Estado Islâmico, há dois anos, os extremistas fazem uma campanha sangrenta para estabelecer um califado que abrangeria desde o Norte da África, passando por todo o Oriente Médio e chegando até a Europa.
Seus métodos são cruéis e envolvem fuzilamentos, apedrejamentos, crucificações e decapitações de cristãos, e até mesmo de muçulmanos que se opõe a eles.
Todd Nettleton, apresentador do programa da Voz dos Mártires e que entrevistou os diretores da Jocum, pediu no final da gravação que todas as vezes que os cristãos ouvirem falar mais atrocidades cometidas pelos militantes do EI, devem orar por eles, pois “não estão fora do alcance da graça de Deus nem do toque do Espírito de Deus.”
(Gospel Prime)

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A liderança deve ser sempre exercitada


Pessoas diferentes se motivam por razões distintas, respondem melhor a diferentes estilos de liderança e atingem resultados por caminhos diversos. Por esses fatores, podemos concluir que liderança não é uma ciência exata. Em meio a tantas variáveis e sem dispor de um manual que explique como o líder deve agir em cada situação, ouvir as principais referências mundiais do assunto pode fazer a diferença para o sucesso de um líder. Um deles é Peter Senge, professor do MIT e autor do bestseller “A Quinta disciplina”. Em seu curso chamado Foundations for Leadership, o especialista propõe as três principais capacidades que um líder deve buscar exercitar: Orientação Criativa, Conversação Reflexiva e Compreender a Complexidade.

A Orientação Criativa não se refere à criatividade da pessoa, mas sim aos ideais que o líder quer colocar em prática e como eles podem contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Está relacionada com a Visão desse líder, com a imagem que ele faz do futuro para sua vida pessoal e profissional e que o estimula a estar em constante evolução. Segundo Senge, criar uma Visão produz a paixão necessária para buscar ser uma pessoa melhor a cada dia e o entusiasmo para realizar.

Certa vez, conversando com um empresário, ele comentou que, como orientação de vida, buscava elevar a qualidade de vida dos familiares e de seus funcionários por meio da habilidade de empreender. Da mesma maneira, ao sustentar a Visão de ser reconhecido pelos seus liderados pela coerência entre o falar e agir, por ajudá-los a se tornar pessoas melhores, por ser um formador de sucessores e alguém que estimula o crescimento pessoal, o líder pode ser uma forte fonte de inspiração. Logo, é importante que o líder tenha uma imagem do futuro, para cinco anos, por exemplo, que o ajude a fortalecer a sua Orientação Criativa.

A segunda capacidade, Conversação Reflexiva, significa ter a habilidade de promover o diálogo sincero, em que as pessoas podem expor seus pontos de vista sobre as situações da empresa, com o intuito de aprofundar o conhecimento dos padrões que mantém os problemas e limitam o crescimento. Nesse momento de diálogo, é possível identificar os modelos mentais das pessoas, as imagens internas que moldam a forma de ver e agir de cada uma delas.

Uma vez promovemos um diálogo apreciativo com uma equipe de marketing, depois de supervisores, coordenadores, gerentes e o próprio diretor para que eles expusessem suas opiniões acerca dos problemas da área, e ficou evidente que existia uma falta de iniciativa por parte das pessoas de menor nível hierárquico. No meio da conversa, surge o modelo mental: “a palavra final sempre é do chefe”. O que acontecia então é que os líderes davam a direção de tudo que tinha que ser feito, sem abrir espaço para contribuição dos liderados. Ou seja, os liderados aprenderam a esperar o direcionamento e evitar tomar a frente. Por isso, é importante que o líder fomente e facilite esse tipo de conversação reflexiva e que seja capaz de questionar quais são as crenças que sustentam as atitudes das pessoas e a cultura da empresa hoje.

Por fim, Compreender a Complexidade é evitar soluções rápidas e simplistas para os problemas, que geralmente são baseadas em análises curtas de causa e efeito e acaba por aliviar os sintomas do problema, mas não o resolve de fato. Um caso real aconteceu em um dos nossos clientes, em uma área que não conseguia formar uma equipe forte e sofria com a rotatividade do pessoal. A solução sintomática era recrutar alguém no mercado ainda mais preparado do que os que estavam lá. E a cada perda, mais ênfase no recrutamento, trocando o fornecedor de seleção, recebendo treinamento sobre como fazer entrevistas etc. Depois de um diagnóstico, a conclusão foi que mais importante do que contratar pessoas do mercado era desenvolver a gestão, já que os líderes entravam na execução das atividades e, com isso, deixavam de liderar, treinar e acompanhar os novos colaboradores.

É preciso que o líder olhe para o sistema de maneira mais ampla, para toda a cadeia, e busque identificar soluções fundamentais e não apenas sintomáticas. Dessa forma, é possível provocar mudanças na forma de liderar e com isso transformar o ambiente de trabalho. O desafio que recebi diretamente do Peter Senge e transmito a você é: “O que mais você gostaria que fosse diferente na sua área, empresa, sociedade, país? Pois bem, crie agora aquilo que você quer ver em larga escala”. Que tal você também aceitar esse desafio?

Renato Curi é sócio e consultor em treinamento e desenvolvimento de pessoas na Crescimentum